sexta-feira, 19 de julho de 2013

AFINAL, VOCÊ TEM CLIENTES OU PARCEIROS?





Muito tem se falado na tal “fidelização” de clientes, em torná-los preferenciais ou até mesmo especiais. Mas você tem se perguntado se eles também consideram você ou sua empresa preferencial, especial ou até mesmo fiel a ele?

Quando você pensa em clientes o que você exige deles será o mesmo o que eles exigem de você e de seus produtos e serviços?

Nessa troca entre vocês o que é fundamental? Apenas que eles depositem em sua conta bancária fazendo toda a sua alegria? E eles, estarão igualmente alegres e contentes com o que adquiriram de você?

Clientes preferenciais, especiais ou até mesmo fiéis só podem ser conquistados num caminho de mão dupla.  Tem que ser bom pra você e também ser bom para seus clientes, essa é a regra, deve ser LEI.

A cada dia, a cada novo projeto, temos em nossa empresa a preocupação em saber se o que oferecemos é realmente fundamental para nossos clientes. Quando isso acontece, aí sim a plenitude de resultados ocorre.

Sua empresa começa a crescer, pelo simples fato de também seus clientes tem seus desejos completamente atendidos, quer no atendimento, quer na honestidade dos preços praticados, quer acima de tudo, na qualidade do que adquirem de você.

Diariamente atendemos empresários que na maioria das vezes possuem uma visão unilateral, isto é, apenas uma preocupação voraz em ter seus produtos consumidos, e, em alguns casos, a qualquer preço. É claro que o sucesso não chega  e se chega, não se estabelece, cai rapidamente, obrigando-os novamente a buscar a voracidade em vez do equilíbrio inteligente das estratégias de marketing.

Posso afirmar  o marketing estratégico tem que ser inteligente, responsável e acima de tudo comprometido com ambos os lados, o seu, de sua empresa e conseqüentemente de seus clientes; quando isso ocorre, eles se tornam mais do que clientes, tornam-se na verdade seus parceiros pois ambos estarão visando o bem comum.

Faça isso, observe, busque e encontre o equilíbrio em seu negócio, pra começar? Uma dica para começar: ofereça sempre mais do que seus clientes estão esperando, torne-os parceiros seus.
 
Ah!  Só para lembrar:  Clientes Parceiros tem mais motivação para indicar seus produtos ou serviços
 
 

quinta-feira, 28 de março de 2013

CAMPANHA DE PÁSCOA COM COELHO DIFERENTE


Certa vez desenvolvi uma campanha de páscoa para um supermercado. O filho do dono era o responsável pelo projeto. Tudo aprovado, criação, layout, peças publicitárias, estratégias prontas, tudo correto. O material indo já para a gráfica.

Foi então, que ele me ligou,  20 dias antes da campanha ir ao ar, informando que o pai  havia resolvido cortar 30% da verba publicitária, mas que a campanha estava preservada, e que na próxima reunião todos do mercado queriam ver as peças criadas, inclusive o pai.

No dia agendado, na reunião comecei a apresentar as peças. Uma a uma iam sendo coladas na parede, todos viam e ficavam de certa forma incomodados com alguma coisa, foi quando o pai, mais incomodado que todos interrompeu a exposição e ainda me falou...


“Mas escuta, este coelho está sem as orelhas...”

Respondi, claro que sim,  elas representam os 30% da verba que o senhor cortou!!

Bem foi uma risada geral... no final,  até o pai, autor da redução da verba, também não se conteve e para não ficar com a culpa toda, resolveu abrir o cofre e colocar a verba integral, aí sim tivemos também uma campanha normal né? O coelho com as orelhas e tudo.


Ah! Só para lembrar: nunca reduza a verba da propaganda em cima da hora, isso pode mudar completamente o rumo das coisas.   
Boa Páscoa para todos

terça-feira, 5 de março de 2013

TIME-CONSUMING você sabe o que é?


Chamadas de "TIME-CONSUMING" as atividades que consomem muito tempo ineficaz,  também  chamados de LADRÕES DE TEMPO" na maior parte das vezes são os responsáveis diretos por seus negócios ficarem parados ou não atingirem os objetivos necessários.

Observe seu dia a dia e veja como você utiliza seu tempo, vai perceber que ocupa muito seu dia em atividades que não trazem nenhum tipo de benefício ou lucro para seus negócios.

É muito comum perderem-se horas e horas discutindo temas como futebol, novelas, religião, programas de tv, etc. esses assuntos não costumam trazer nenhum benefício ao seu trabalho, a não ser mais e mais desgastes, pois ficam muito na esfera das opiniões e sentimentos.

Você poderá encontrar esses “TIME-CONSUMING” em duas origens:

Externos ao seu trabalho:

- Inesperado telefonemas ou conversas muito demoradas
- Conversas sobre assuntos sem importância como fofocas, etc.
- Reuniões e entrevistas demoradas e sem um roteiro pré-definido
- Televisão
- Interrupções por colegas, parentes, crianças, telefones, etc..
- Visitantes que chegam de forma inesperada.
- Falta de informação e ter que buscar sempre em cima da hora
- Procedimentos administrativos são muito longos

Internos ao seu trabalho:

-Perfeccionismo e detalhes excessivos.
- Falta de planejamento do dia.
-A falta de ordem e classificação de tarefas.
-A dificuldade em compreender as alterações.
-Falta de compreensão das informações.
-A dificuldade em dizer não.
-Fadiga, stress.
-A dificuldade em tomar uma decisão.

Estes são apenas alguns, com certeza existem outros, é só observar, corrigir e verá que seu dia se tornará muito mais produtivo.

Ah! Só para lembrar: cuide-se dos famosos TIME-CONSUMING ou Ladrão de tempo, mas observe também, se você não é um para outras pessoas.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

VOCÊ SE CONSIDERA CRIATIVO? AFINAL, O QUE É CRIATIVIDADE?


A criatividade dizem, não é para todos, ou algo como, algumas pessoas têm mais que as outras, isso é o que está no imaginário de quase todas as pessoas.
   
Os pais consideram criativos os filhos que tem desembaraço, sabem ser engraçados, contam piadas, decoram textos, tem respostas imediatas, cantam etc. e por aí vai.

Todo ser humano possui criatividade em diferentes habilidades. Acredita-se que a habilidade criativa das pessoas esteja de certa forma ligada a seus talentos.
A criatividade é considerada uma capacidade humana de grande valor universal, tudo indica que nesta competência reside a memória "RAM" biológica para o impulso da evolução humana.

Há quem defenda que a criatividade produz-se por meio da interação entre os pensamentos de uma pessoa e um contexto sociocultural.

Existem várias definições diferentes para criatividade.

- Segundo Gardner (1999) cada indivíduo, também apresenta o seu perfil criativo distinto, daí a dificuldade de definição do termo.
 - Para Ghiselin (1952), "é o processo de mudança, de desenvolvimento, de evolução na organização da vida subjetiva".
 - Segundo Flieger (1978), "manipulamos símbolos ou objetos externos para produzir um evento incomum para nós ou para nosso meio".
 - "criatividade é o processo que resulta em um produto novo, que é aceito como útil, e/ou satisfatório por um número significativo de pessoas em algum ponto no tempo" (Stein, 1974)
 - "criatividade representa a emergência de algo único e original" (Anderson, 1965)
 -"criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados" (Torrance, 1965)

São realmente muitas as definições sobre CRIATIVIDADE, mas trazendo-a para o lado do marketing estratégico, para o marketing de resultados, procurei dar um sentido tido mais imediato à questão, com isso penso na seguinte definição sobre uma pessoa criativa:

“SER CRIATIVO É ENXERGAR TUDO COMO TODO MUNDO VÊ,
MAS TAMBÉM É ENXERGAR TUDO COMO NEM TODO MUNDO VÊ”

A criatividade está há muito ligada a visão que temos das coisas e principalmente de como às enxergamos, isso definirá com certeza nossa capacidade de novas estratégias e portanto novas soluções.

Ah! Só para lembrar:  Em Marketing, a criatividade deve ser sempre transformadora e de resultados!

domingo, 28 de outubro de 2012

O DIA EM QUE ÉRICO ME ENSINOU A LER... A VIDA!

                                                                O Escritor Érico veríssimo ( 1905 - 1975)

Nasci em Uruguaiana, interior do Rio Grande do Sul, meu pai militar, minha mãe do lar.
Vivi como os guris daquela época, infância feliz, brincadeiras muitas, namoricos todos, malícias nenhuma. De meu pai herdei a cumplicidade no amor, ele era assim com minha mãe, namorados que passeavam diariamente de mãos dadas, estavam sempre juntos; da mãe, herdei a força de vencer, e de Érico... Bem vocês já vão saber.

Numa tarde, verão de 68, com meus 16 anos, jogando basquete no colégio estadual D. Hermeto, em Uruguaiana, no intervalo da partida, um amigo convidou-me para no sábado próximo visitarmos seu meio avô que morava na capital, Porto Alegre. Meio avô por que esse amigo havia sido adotado como neto, pois sua mãe havia trabalhado muitos anos na casa da família, e como também iria a capital neste fim de semana visitar meus irmãos que ainda eram internos no Colégio Militar, concordei com o passeio.

No sábado, nos encontramos conforme combinado tomamos o bonde Petrópolis e seguimos em direção a casa do avô. Descemos e enquanto caminhávamos perguntei como era o nome do seu avô, respondeu-me Érico, Érico? Sim, respondeu Érico Veríssimo.

Fiquei surpreso, atônico e sei lá mais o que, imagina,  em poucos minutos estaria diante de uma pessoa por demais famosa e importante, reverenciada por todo o povo rio-grandense e do país também, o grande escritor Érico Veríssimo. Imagine conhecer uma figura tão comentada pelos professores e pessoas cultas, além disso, um frio na barriga, pois iria conhecer o meu antigo e ocasional algoz, pois em duas oportunidades tínhamos já nos cruzados.

A primeira vez, em 1962, quando para fazer média com meu superior no internato do colégio militar de Porto Alegre, para as aulas de leitura, que detestava, peguei um livro, escolhi aleatoriamente pois não iria ler mesmo, busquei pelo título, “Caminhos Cruzados”, um romance de 1935, do Érico, e que me foi retirado das mãos imediatamente, pois não era uma leitura para um guri da minha idade, na época, a critica conservadora o considerava o conteúdo imoral; na segunda vez, nas enfadonhas aulas de leitura da quarta série do ginásio, da D. Inês, nossa rígida professora de português e literatura. Ela nos obrigava a ler um livro todo o mês nas aulas das segundas-feiras, e como meu estilo era mais vagal, tinha pego emprestado de uma amiga o livro “Olhai os lírios do campo”, um Best-seller de 1938, também de Érico Veríssimo, e que só fazia de conta que lia, tentando enganar D. Inês, só tentando, por que a “veia” descobriu tudo e me deixou em recuperação e se não fosse a “cola”,  acho que ainda hoje estaria lá na quarta série.
Bem, chegamos, lá estávamos na frente da casa.

Mafalda, a esposa de Érico, abraçou Carinhosamente meu amigo, fez boas vindas comigo e nos levou pela lateral da casa até os fundos, no quintal da casa.

O jardim era um lugar tranqüilo, parte gramado, parte calçado, muitas plantas e flores, lugar bem cuidado, ao fundo sentado em um banco de bonde, ao lado do seu gato preto, lendo jornal bem à vontade, Érico.

A recepção não poderia ter sido melhor, nos recebeu como  grandes amigos, mesmo que não passássemos de meros guris. Eu, ao mesmo tempo em que maravilhado, estava extremamente sem jeito, afinal de contas, estava diante daquele que todos os professores e pessoas cultas sempre falavam muito, e eu, com o privilégio e ser recebido por ele.

O aperto de mão e o abraço que recebi se estendeu até o coração. Percebi que se tratava de uma grande e amiga pessoa, séria, porém  muito amável. Conversamos um pouco, deveria ter sido uma conversa de gente grande com piás, mas Érico nos tratou como adultos, delicadamente como iguais, dando-nos uma importância que nem nós sabíamos ter, fiquei encantado, o momento foi mágico, inesquecível.

A conversa seguiu mais pela puxada que ele fazia, do que pelo pouco assunto que tínhamos, contou-nos e perguntou-nos sobre tudo, escritor é assim não? O momento para mim era mais do que especial, porém o assunto livros e leitura chegaram e eu fiquei pouco à vontade, pois não sabia nada, nunca havia lido um livro sequer, e ainda ao lembrar as duas situações anteriores com livros do próprio escritor fiquei mais desconfortável ainda.

Como poderia estar diante da melhor expressão da literatura gaúcha e do país e nunca ter lido nada?

E a pergunta fatídica apareceu, Érico nos perguntou: “e aí guris, já leram alguma coisa da minha obra?”; meu amigo, seu neto, já havia lido alguns livros e respondeu imediatamente, quando olhou para  mim, não titubeei, e, para não decepcionar a pessoa que ele era, cometi uma das maiores se não a maior das mentiras da minha vida, falei que sim, citei dois  títulos que ouvira na escola durantes as aulas de leitura, “Olhai os lírios do campo e Clarissa”, nem lembrei de Caminhos Cruzados; fiquei rezando para que ele não perguntasse detalhes, para não ter que aumentar a mentira; ufa! não perguntou, mas acho que é por que percebeu.

Falou-nos ainda do livro que estava escrevendo, sobre suas memórias, “Solo de Clarineta”, ouvimos um barulho alto vindo do interior da sua casa, discussões, gritaria, vibrações, etc.  ele comentou, ah, são meus meninos, vão lá olhar e vejam o que acham.

Entramos na casa, num quarto, o de brinquedos,  lá estavam Luiz Fernando Veríssimo seu filho  e seu genro um americano, a barulheira era porque disputavam um jogo de pebolim me pareceu.

Retornamos ao jardim e Érico fez ainda um comentário, “sabe o Luiz (Fernando Veríssimo) é a  minha criança, tem mais de 30 anos e tenho uma certa preocupação com este menino, não sei o que vai ser dele quando crescer, não se firmou em nada ainda, brincou, até comento isso no livro que estou escrevendo..” (Solo de Clarineta).

Conversamos um pouco mais, agradecemos nos despedimos e fomos embora.
No caminho de volta, no bonde, na travessia do parque da redenção e nas Calçadas da Rua Otávio Rocha, até chegar ao apartamento de meu avô, na esquina da Lima e Silva, não me saia da memória a “mentira”. Como poderia dizer ao Érico que nunca havia lido nada? Que vergonha passaria? Senti-me ainda mais insignificante, como nunca tinha lido um livro antes? Como?

Tomado pelo sentimento do pecado da mentira, resolvi buscar a absolvição, não em uma igreja e sim em uma livraria. Na manhã de segunda feira, bem cedo, depois de pedir um dinheiro emprestado de minha mãe, estava lá na Rua da praia, em frente a livraria. Comprei de uma só vez dois livros, “Olhai os lírios do campo” e  “Clarissa”, mais tarde a trilogia “O tempo e o Vento” (O continente- 1949, O Retrato-1951 e o Arquipélago-1962). Essa era a minha penitência... Mal sabia que seria a descoberta do prazer da leitura.

Após ler o primeiro livro, compreendi mais ainda que o abraço e o aperto de mão que se estendera até o coração alguns dias atrás havia se estendido agora até a minha mente. A partir daí, não parei mais de ler, li o segundo, depois a trilogia... e assim foram até hoje muitos outros autores também.

Quando se adquire o hábito da leitura, a vida passa a ter outro sentido e significado e até mesmo outro sabor.

Nunca contei  isso ao Érico, ele faleceu em 1975, ma a lembrança daquela tarde, 1966, no bairro Petrópolis de Porto Alegre, sentado em um banco de bonde, ao lado do seu gato preto, lendo jornal bem à vontade,  foi fundamental, pois foi o dia em que é Érico Veríssimo me ensinou a ler... a Vida

Ah! Só para lembrar:  O romance “Caminhos Cruzados” ainda não li, talvez pelo sentimento de preservar o  momento em que de certa forma  tivemos nossos caminhos cruzados naquela tarde em 1966, mas o tempo e o vento sei, me farão lê-lo um dia.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

EMPRESA DE PLOTAGEM TRADICIONAL IMPLANTA FÁBRICA DE EMPRESAS


Plot Express

Yassunori Hayashi, diretor da PLOT EXPRESS, contatou a FULLMARKETING após participar de uma palestra realizada na Câmara de Comércio e Indústria Brasil/Japão (CCIBJ). “O objetivo é repensar os negócios e dar novo ânimo para o crescimento da empresa” explica.
Bem conceituada entre os maiores arquitetos, engenheiros e construtoras de Curitiba, a empresa de plotagem implantou recentemente o projeto FÁBRICA DE EMPRESAS e já tem uma nova visão de negócio. “Aproveitar novas oportunidades e fornecer um melhor atendimento aos clientes é nosso foco. Queremos ajudá-los a obter melhores resultados através de nossos serviços”, finaliza o empresário.

Conheça os serviços prestados pela PLOT EXPRESS no site:
 www.plotexpress.com.br


Texto: Rosangela Gerber

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

REAÇÃO QUALIFICADA você tem ou não?

Como você reage nas adversidades? Como é seu comportamento diante de uma situação que lhe tira do sério? Como você encara os fatos a primeira vista, que tipo de reação você apresenta? E diante dos problemas pessoais como você encara? E no seu trabalho ou empresa?

A reação que apresentamos diante de algumas situações mostram claramente qual é a nossa consistência emocional, e isto está diretamente ligado às soluções que buscamos e as atitudes que usamos para resolver estas situações.

Podemos apresentar dois tipos de reações:  uma, a duvida ou desconfiança, que move  nosso pensamento,  consequentemente nosso sentimento e automaticamente sugere algumas ações ou atitudes intempestivas, palavras inadequadas, explosões, etc. prejudicando totalmente nossa capacidade de resolver de forma serena as situações adversas que sempre aparecerão em nossa frente.

O outra, é a reação de análise da situação, de buscar a compreensão, certificar-se da veracidade ou não do fato apresentado, enfim, apresentar a tranquilidade que é sempre necessária diante de qualquer situação adversa e assim resolve-la da forma mais correta e da melhor forma possível, utilizando a sua razão e conhecimento, não a emoção. É aqui que manifesta o que chamamos de REAÇÃO QUALIFICADA, que é a capacidade de resolver questões de forma totalmente consciente.

Fica a dica, em todas as situações é sempre a REAÇÃO QUALIFICADA que resolve de forma mais imediata todas as situações adversas. Em marketing então, ela é fundamental.

Ah! Só para lembrar:  A REAÇÃO QUALIFICADA, é acima de tudo o uso da Inteligência com a sabedoria, você tem usado?